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domingo, 29 de maio de 2011

Sem costume

Acho engraçado não conseguir obter costume e continuar tentando. Ao mesmo tempo é interessante, porque você quer tanto que aquilo aconteça, sabe que é impossível, mas admira tanto tudo o que acontece e o que é em geral, que não desiste.
Essa característica do ser humano, em especial, chama muito a minha atenção.
Fatos decorrentes.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Agora, mais que nunca, você.

Acho interessante o modo com que as pessoas vêem as coisas. É culpa minha, sabe... se eu não tivesse falado tanto a mesma coisa... Essa situação de repetição não faz ninguém entender, faz guardar, armazenar, eu diria... engolir!
Está então explicado esse sentimento de identificação. Engraçado, não só com um, mas todos que lhe conhecem pensam a mesma coisa. Foi você quem construiu esse pensamento, quem impôs à mente alheia e agora não entende o porquê que eles pensam que tudo se refere à mesma coisa.
Quanta tolice e besteirinha, heim... preferia aquela fase de tentar convencer, de explicar, de mostrar. Ali a esperança reinava. Tinha aquilo que você sente de querer tentar, de algo dentro de você sempre pensar de uma forma positiva. Eu diria que quando isso acontece, você está no ápice. Agora... o sentimento só você pode determinar.
Agora sim, você saberá mais que nunca se é ou não para você.

Para um alguém muito próximo - ou que já foi.

Cada palavra a mais me consome. Vejo em você algo tão diferente do que era antes... tanto que me avisaram, me falaram e eu defendi. Não perdi meu tempo, em momento algum. Não me arrependo de nada que fiz com você. Foi bom... não, foi ótimo. Foi inesperado, ardente e rápido.
Na verdade, eu vi tudo indo embora desde algum tempo, mas corri, fiz o possível. Pena que algo tão estupidamente pequeno deu fim a nós (ainda não perdi o costume de usar essa expressão "nós", foi intenso).
Mas é como diz o ditado: "tudo que é bom, dura pouco".
Vou de consciência limpa, sentindo pena ou raiva, não de mim, talvez de você, mas certamente do que aconteceu.
Levo comigo apenas boas lembranças. Obrigada.

domingo, 15 de maio de 2011

Meu amor

É amor que nunca se acaba
É amor que nunca se vê
É amor que sinto
É amor que tenho
É o meu amor,
que dou para você.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Fim

Penso que as pessoas têm a capacidade de fazer tudo sempre melhor do que fazem, mas por algum motivo, não fazem. Infelizmente, não é toda hora que a atitude tem que partir de um só. Aliás, isso nunca deveria acontecer. Por bobagem ou alguma coisa que aliena, um se submete a isso. Engraçado, pois esse nunca será o corajoso. Sim, o bobo.
De certa forma, você para no tempo e pensa bem... reflete sobre tudo o que faz... o ruim, na verdade, é se deparar com que você pode ter feito tudo, mas todos só viram nada.
Vá, vá... vá e me deixe em paz. Me deixe só, me deixe pensar. Ao menos uma vez, deixe-me fazer por mim. Agora, não mais por você. Vá.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

sábado, 23 de abril de 2011

Um pouco de agora

03:16 a.m, comecei a escrever. O que toca? Time of the Season, The Zombies. Lugar? No quarto, sentada na cama, diante do notebook, esperando que algo aconteça.
Como de costume, sem sono.
Pensando no que fazer, resolvi ler algumas coisas, ver algumas coisas... li, reli e vi. Vi o que não pude ver quando fiz.
Em meio aos pensamentos, vi que era importante deixar uma marca no mundo. Agora de que jeito... cada um sabe o que faz. Seja bom ou ruim, deixe. Faça o que fizer, mas faça.
Não se importar com os comentários alheios talvez seja querer aconselhar demais. Entendam como penso: o mundo é um meio social, entre pessoas e contatos. O que vem além disso, são derivados, restos, criações para enfeitar a falta de criatividade. Não tem como fazer sem pensar no que vão dizer, mas faça. Primeiro pense no que você irá pensar de você. Se for pensar mal, mas ficar feliz... continue a fazer.
Classificar talvez seja alto demais. Julgar é algo péssimo. De pessimismo a vida está cheia, pra que criar mais?
Vejo agora que não estou escrevendo nada com nada, afinal... o que são idéias vindo de uma garota de 16 anos? Em 16 anos, poucas coisas são vividas. Há os que digam não.
Eu só queria expressar uma nova idéia... dizer o que pensa, o que quer ou deixar entre linhas o que pretende fazer, talvez seja bom. Pensando assim, decidi deixar mais claro. Caso haja mudanças bruscas no que vem a seguir, não estranhem. Da vida só se entende uma coisa: está em constante mudança.
Continuo sem conseguir dizer o que quero.
As palavras, de certo modo, parecem sumir. Há pouco, estavam claras na minha cabeça, não relatei logo, desapareceram. Comum.
Quem estaria tão interessado na vida de uma pessoa para ler rios de palavras em vão? Se isso acontecer, é amor. Você me ama.
Puxando para este assunto.. amor... quem consegue entender um sentimento? Bom, eu não entendo os meus. Tem quem diga que é a idade, a fase, a transição. Eu acredito que não. Acredito que aquele que diz entender tudo plenamente e se entender, é louco. Aliás, não só louco, mas também hipócrita.
Querendo por fim a palavras diferentes, sem coesão, não sei como fazer.
Não sei nem porquê comecei. Pensei que talvez escrever meramente ocuparia o tempo, tiraria a aflição, que por sinal ultimamente não quer sair de mim. Se vem do nervosismo, da insegurança ou do medo, não sei. Entendo que todos sejam entrelaçados.
Agora são 03:30 a.m. Pretendo encerrar ainda sentada na cama, diante do notebook, porém, escutando Keep Your Hands In, André Lucarelli.
Aos que não entenderam... não farei disto um diário. Mas quem sabe um desabafo. Palavras bem ordenadas expressam pensamentos. Quem sabe algum dia, fazendo isto, alguém entenda um pouco de mim. Tem candidatos, alguns competência, escondida, mas tem. Sendo assim, aguardo.