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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Mancha humana

Como é o nome disso que não conseguimos controlar? Algo como mares, como embrulhos, como desapego. Isso que cai dos olhos sem exatidão, um latejado na cabeça. Me disseram que é desespero... Mas começo a pensar se, possivelmente, não é aquilo que começa com T. 
T... Tr... Tris... como é mesmo o nome?

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Decadência

Às vezes sinto como se estivesse em uma ilha desconhecida, como se nada ao redor seja de meu conhecimento. Tenho aquela sensação de "nadar e morrer na praia", não é assim que dizem? Pode ser uma crise ou, pelo menos, prefiro encarar como uma. Não gosto da ideia de olhar para os lados e ver tudo desabando, dessa vez como em uma construção em desmoronamento. Sinto tudo demais, exageradamente. Vejo de uma forma triste que não me convém acreditar que seja real.

domingo, 6 de novembro de 2011

Futuro

O único feito que desejo é felicidade. Se é junto a você que a tenho, permanecerei assim. Quero banhar-me em meio a sorrisos e fantasias, somo a isto algumas brincadeiras. Sendo, então, com você que alcanço o meu objetivo, sem muitas palavras: desenho o futuro com você com as poucas técnicas artísticas que tenho, mas incluo muito amor e carinho.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Minimizando

O problema é que, na verdade, a ansiedade toma conta do corpo, a culpa da mente, o medo dos olhos, a vontade do coração. O corpo não reage, a cabeça não pensa, os olhos não abrem, o coração acelerado bate. Os pés não andam, as mãos não seguram, os ossos não sustentam, a beleza não surge. Ai... que saudade daquele tempo em que nada estava perto, tudo podia ser depois e o tempo passava, passava...

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

E que de verdade é feito o mundo se nele não há percepção?
E de que me construiram se em mim não há vontade?
Onde foi que depositaram a coragem se a todas as cabeças se vão?
E por vazias ficarem, nada se faz, nada se cria.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

IA juntos AMO

Eu poderia..Eu poderia fazer um filme de comédia romântica com você, onde eu faria. Eu faria de você um príncipe e de mim, uma plebéia e juntos eu construiria. Eu construiria uma história que nosso amor venceria tudo e todos, eu faria um filme que iria surpreender... Iria surpreender e iria acabar com qualquer preconceito. Eu escreveria uma história onde a cidade fosse feita de jardins, as pessoas de boas relações, os animais de educação. Eu desenharia tudo colorido. Desenharia tudo colorido depois de te beijar, porque tudo faria sentido e tudo se transformaria. Tudo se transformaria em felicidade, em riso, em amor.  Eu montaria escolas de arte, de dança... Eu me mudaria para a praia. Eu aprenderia... Aprenderia com você o que ninguém foi capaz de me ensinar. Eu enfim, entenderia. Entenderia que dali pra frente tudo seria diferente e que meu corpo teria relação com minha alma. Toda vez que eu falasse e que eu interpretasse, eu viveria. Mas pra que tantos "ia", se de nós em diante só há isto: amor; se de nós em diante só há isto: aqui; se de nós em diante só há isto: agora. 

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Penso, faço e sinto

Algumas vezes, quando se está só, você para, fixa em um só ponto e fica pensando... pensando sobre você, sobre sua vida... eu parei e pensei sobre mim e sobre meus esforços. Parei e pensei sobre minhas tentativas. Tem coisas que são pequenas para muitos, mas faria uma grande diferença se alcançado por mérito próprio. Em meio a este tempo, pensei sobre todos... pensei sobre meus amigos e sobre minha família. Pensei sobre meu namorado. Não tenho o que reclamar, são todos ótimos e, pela primeira vez, não me envergonho de falar em primeira pessoa, não me envergonho de mostrar tudo isso.
Talvez este texto deveria estar em um diário ou algo parecido. Em um lugar mais reservado. Mas talvez "explodir" um pouco ajude. Penso que o medo me causa tanta insegurança quanto meu pessimismo. A questão não é acreditar. Acreditar, todo mundo acredita. O problema é quando você se decepciona. E sabe do que mais? A decepção causada por conta própria é ainda mais dolorosa.
Sinto em não poder ser o que desejo e sinto em não conseguir fazer o que almejo. Sinto em não realizar o desejo de satisfazer a todos. Sinto por não agradar e, por isso, sinto também por muitas vezes não ser o suficiente. Na verdade... ignoro isso tudo agora e sinto, apenas, por ter me decepcionado. Talvez o que eu faça não esteja bastando. Talvez eu precise de mais. 
Por outro lado, pelo menos causar transtorno em minha vida é algo que faço por mérito meu. Preferiria não sentir, então.